Com o abandono da agricultura dá-se inicio a uma nova etapa, a dos maus tratos ambientais.
Actualmente a única actividade humana que se pratica é o abate intenso do Carvalho da Oliveira e do Pinheiro.
Deixam garrafas plásticas, algumas com restos de óleo que serviram para lubrificar a máquina de corte o moto-serra.
Nas partes mais estreitas dos caminhos os muros alguns bem bonitos revestidos a musgo, foram derrubados e em alguns sítios as pedras atiradas para o leito do ribeiro, para puderem passar com o tractor e reboque. Encontram-se muitos cartuchos da caça, maços tabaco vazios, vários tipos latas, sacos plástico, etc, etc.
Os organizadores dos passeios atam as tiras plásticas vermelhas/brancas ou publicitadas, nos ramos das árvores e arbustos para a sinalização do percurso, e não voltam para tirá-las.
O Vale Abaixo por exemplo, tem como herança à alguns anos da pedreira, uma máquina de grande porte tendo dentro do leito do ribeiro duas rodas e o eixo. Mais grave, atendendo que a máquina caiu no vale devido a falha humana, é a grande quantidade de pneus e tambores de óleo penso que vazios, que só podem ter sido atirados de forma propositada.É pena que a entidade responsável, que pode por travão nestes atentados ambientais, se mantenha de olhos fechados. E que não repare que toda esta área de rara beleza natural, que já devia ser uma reserva natural, está cada vez mais poluída, desbastada e doente.
As fotos são bem esclarecedoras.


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