domingo, 1 de março de 2009
Palacete da Quinta Costa Veiga
Casa da Família Oliveira
Construção do imóvel para residência de Bernardino Lopes de Oliveira em 1872 / 1873. Funcionou em vida de Bernardino Lopes de Oliveira (foi vice-cônsul do Brasil em Alcobaça) como Consulado do Brasil em Alcobaça.

No rés-do-chão como Museu Zoológico particular, com espólio de aves da fauna brasileira e portuguesa, e uma colecção de frades em barro de produção portuense.
Em 1951 continua a funcionar como Museu Zoológico, agora ao cargo dos seus herdeiros.
Planta rectangular, composta., de três pisos na fachda principal e quatro na posterior, com cobertura homogénea em telhados de duas águas, com trapeiras e clarabóia.A casa possui molduras e tectos decorados com estuque. O programa decorativo dos tectos, na generalidade, é composto pela sucessão de vários frisos, principalmente de temática vegetalista, e por molduras geométricas; O fogão lítico é decorado com sulcos rectilíneos e possui braseira metálica, que acompanha o vão do mesmo.

O fogão lítico é decorado com sulcos rectilíneos e possui braseira metálica, que acompanha o vão do mesmo.
Torreão da fachada posterior, com jardim de Inverno, salão de fumo e terraço.
Chalé da Família Oriol Pena
Nos anos 90 do século XIX encontra-se em construção o palacete da família Oriol Pena, provavelmente da traça de Gerard Wan Kricken, na quinta da Gafa.
Em 20 de Setembro de 1931 a Câmara Municipal de Alcobaça compra a Quinta da Gafa, onde se inclui o Challet, por 670 000$00 aos Herdeiros de Francisco Oriol Pena.

Em 22 de Abril de 1932 o Engenheiro Miguel Jacobetty é incumbido, pela Câmara Municipal de Alcobaça, de efectuar uma planta geral da Quinta da Gafa. Em Junho de 1932 são efectuadas as escrituras que oficializam a compra da Quinta Gafa aos Herdeiros de Francisco Oriol Pena.
Em 1933 terão sido realizadas obras de reparação no Chalett Oriol Pena por Alberto Rodrigues Aurélio.
Em 2 de Junho de 1947 a Câmara Municipal de Alcobaça resolveu proceder à divisão da cave do Chalett, para que os futuros compartimentos sejam posteriormente arrendados.
Em 1948 adaptado a paços do Concelho.

Em 1949 durante este ano realizaram-se obras no Chalé.
Em 1951 encontra-se instalado no Palacete a Câmara Municipal de Alcobaça, o Serviços Municipalizados, o Posto de Turismo e o Posto da Polícia.
Em 1960 obras de recuperação e pintura do edíficio.
Em 1951 encontra-se instalado no Palacete a Câmara Municipal de Alcobaça, o Serviços Municipalizados, o Posto de Turismo e o Posto da Polícia.
Em 1960 obras de recuperação e pintura do edíficio.

Arquitectura civil residencial, romântica. Challet construído e influenciado pela tipologia Suíça, com telhados de águas fortemente inclinados e aproveitamento das trapeiras.
Chalé romântico, com elementos de tipologia revivalista gótico-renascentista.
Chalé romântico, com elementos de tipologia revivalista gótico-renascentista.
Após a compra da Quinta da Gafa a Câmara Municipal de Alcobaça denominou de Parque Municipal a zona verde que envolvia o Palacete, designação que manteve até 1939, altura em que foi alterada para Parque General Carmona. No ano de 1954 foi demolido o antigo Portão da Quinta da Gafa.
Coordenadas GPS: N39 33.146 W8 58.567
Palacete da Família Rino
Implantado nos terrenos da antiga cerca cisterciense, nas proximidades do Mosteiro de Alcobaça, e instalado na margem esquerda do rio Alcoa.
A construção do edifício para residência de José Pereira da Silva Rino é de 1891/1892, casado com Dna. Capitolina Araújo Guimarães, filha do fundador da Fábrica de Fiação e Tecidos.
Na década de 1970 Maria Cristina Rino doou o palacete à Congregação Religiosa de S. José de Cluny, que vendeu o seu recheio um dos mais ricos de Alcobaça.
Foi adaptado a Centro de bem-estar infantil, utilização que actualmente ainda se mantém.
Foi adaptado a Centro de bem-estar infantil, utilização que actualmente ainda se mantém.
Coordenadas GPS: N39 32.948 W8 58.608
Chalé da Fonte Nova
Em 17 de Dezembro 1875 foi apresentada hipoteca por José Vitorino da Fonseca Froes à Quinta da Fonte Nova, propriedade na altura de Silvério da Silva da Fonseca Pereira e de sua mulher, D. Maria Constança d'Albuquerque Teixeira de Borbon, senhores das casas de Leiria e Alcobaça. Esta hipoteca foi cancelada em 1877.
Em 16 de Outubro de 1877 a quinta foi adquirida por António Cândido da Encarnação pela quantia de três contos e quinhentos mil réis e mandou construir o chalé na Quinta da Fonte Nova, no antigo relego do Mosteiro de Alcobaça.
Em 20 de Fevereiro de 1908 a propriedade ficou inscrita em nome de Maria Valentina da Fonseca, filha menor do casal David Manuel da Fonseca e D. Matilde Pereira Moniz, por morte de sua mãe. Foi avaliada na altura em seis contos de réis.
Trata-se de um palacete que possui a linguagem característica do romantismo tardio, com cumeeiras decoradas e telhados inclinados.Possui molduras e tectos decorados com estuque, ao nível do rés-do-chão. O programa decorativo dos tectos, na generalidade, é composto pela sucessão de vários frisos, principalmente de temática vegetalista e frutícola, e molduras rectilíneas.
Em 1897 o chalé já era pertença de David Manuel da Fonseca por casamento com a viúva de António Cândido da Encarnação, D. Matilde Pereira Moniz, este fez arranjos junto à sua quinta.
Em 20 de Fevereiro de 1908 a propriedade ficou inscrita em nome de Maria Valentina da Fonseca, filha menor do casal David Manuel da Fonseca e D. Matilde Pereira Moniz, por morte de sua mãe. Foi avaliada na altura em seis contos de réis.Em 1960 Celestino Pereira Moniz herda a propriedade por morte de sua sobrinha, Dna. Maria Valentina da Fonseca de Carvalho e Almeida, de quem foi o único herdeiro.
Em 1967 a filha de Celestino Pereira Moniz, D. Maria Valentina dos Santos Moniz, vende a propriedade.
Trata-se de um palacete que possui a linguagem característica do romantismo tardio, com cumeeiras decoradas e telhados inclinados.Possui molduras e tectos decorados com estuque, ao nível do rés-do-chão. O programa decorativo dos tectos, na generalidade, é composto pela sucessão de vários frisos, principalmente de temática vegetalista e frutícola, e molduras rectilíneas. Em 1993 Dna. Maria do Carmo Lameiras e Adão Lameiras fazem a recuperação da casa e começam a explorá-la como Turismo de Habitação.
Coordenadas GPS: N39 32.830 W8 59.040
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